Ergonomia e a qualidade de vida no trabalho

É muito importante que a permanência no local seja agradável. Primeiro, para que essa jornada seja prazerosa. Segundo, para que o trabalho seja produtivo.

Muitos fatores, como más condições de trabalho e desorientação dos empregadores e empregados, geram danos psicoemocionais (estresse e depressão) e físicos ( atualmente chamados de AMERT Afecções Músculo-Esqueléticas Relacionadas ao Trabalho) a uma grande parcela dos trabalhadores, obrigando o afastamento parcial ou definitivo de suas funções. Estatísticas internacionais confirmam o prejuízo. Tanto os empregados, como empregadores sofrem com o afastamento, além dos órgãos de saúde pública.

As pesquisas internacionais fornecem números convincentes aos departamentos de recursos humanos das empresas do quanto é importante investir na prevenção a precisar solucionar tais problemas.

O afastamento de um funcionário de seu posto de trabalho, seja parcial ou integral, custa em média, três vezes mais que um trabalho preventivo. É cada vez mais comum empresas investirem na prevenção desses maus. Equipes multidisciplinares trabalham em conjunto para proporcionar aos funcionários dessas empresas cada vez mais qualidade de vida.

Após uma minuciosa avaliação de cada posto de trabalho, em relação aos funcionários que ali exercem uma atividade, são propostas, pelos ergonomistas, medidas que tornariam o ambiente mais seguro. Essas adaptações consistem desde mudanças físicas (iluminação, sonoridade e mobílias adequadas) até mudanças de caráter psicológico e financeiro (criação de espaços lúdicos, personalização individual do espaço de trabalho e benefícios extras).

Porém, no Brasil, essa realidade ainda é diferente.  É muito difícil convencer um empresário brasileiro a investir em profilaxia.

Entre várias causas, duas são as principais:
Primeiro: Ainda não existem estatísticas confiantes no Brasil com números de afastamentos e o prejuízo decorrente delas.
Segundo: Não faz parte da mentalidade brasileira que deixar de gastar é também ganhar. Infelizmente, por aqui, as empresas que investem nesse tipo de programa ainda são as multinacionais, por apresentarem em sua filosofia o conceito preventivo.

Por outro lado, qualquer empresário brasileiro conhece no bolso o peso dos sufocantes encargos trabalhistas, ou seja, mais investimentos significa gerar diminuição de lucros e capital de giro, que já é escasso entre os pequenos e médios empresários, que lutam para manter suas empresas em funcionamento.

Agora, falando dos cofres públicos, é bem sabido e conhecido os altos valores gastos com aposentados por invalidez decorrente de acidentes de trabalho. Por que, então, não unir-se aos empresários e empresas e oferecer benefícios fiscais àqueles que previnem tais afastamentos?

Enfim, para qualquer dos lados, seja funcionário, patrão ou sistema de saúde pública, a Ergonomia só tem vantagens a oferecer.

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/2519-ergonomia-e-a-qualidade-de-vida-no-trabalho

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